O dia negro do Egipto: funeral de Umm Kalthoum

Faz hoje 41 anos.

Umm Kalthoum, diva da canção árabe, influenciou a vida pública no Egipto entre 1950 e 1960. Deu entrevistas sobre a sua vida, identificando-se repetidamente como aldeã, fallahah ou camponesa, tributária de um passado cultural e valores comuns à maioria da população, contou histórias de família, dos vizinhos e falou dos méritos da vida dos camponeses. Porta voz de várias causas, advogou o apoio do governo aos músicos e à música árabe, criou uma fundação e, após o Egipto ter sido derrotado na guerra de 1967, foi embaixadora itinerante do país, dando concertos e recolhendo fundos, tanto internamente como no estrangeiro, onde foi recebida com honras de Estado. Acérrima defensora da cultura indígena árabe, mais do que cantora, tornou-se à data “a voz e o rosto do Egipto”.

Fonte: Virginia Louise Danielson, Shaping tradition in Arabic song: The career and repertory of Umm Kulthum

MC

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